Carta Aos Romanos – romance policial sobre sociedades secretas

Um romance policial onde suspense, religião e sociedades secretas se encontram com a imigração alemã no sul Brasil. Inspirado em uma lenda urbana do interior do RS.

Postado por traichel on novembro 25, 2011

Pois é, como é legal entrar na livraria do shopping e ver o resultado do nosso trabalho lá, exposto na parte de Literatura Nacional junto com outros autores consagrados como Lya Luft e Luis Fernando Veríssimo! E o melhor, saber que está vendendo! Assim, sem ser parente, amigo ou conhecido: alguém entra a livraria, vê o livro, lê as orelhas e decide comprar! Que sensação maravilhosa!

Claro que se tu tens um contrato com uma editora que sai distribuindo e cuida de toda a logística deve ser mais fácil – não digo que menos maravilhoso – mas como no caso do Carta aos Romanos eu estou fazendo tudo por conta, desde a impressão, ISBN, ditribuição e venda, uma simples imagem como essa abaixo justifica tudo:

Neste caso o livro está na Livraria Sommer, lá no Unicshopping de Lajeado/RS.

Postado por traichel on novembro 9, 2011

Pois é, com a Apple abrindo seu aplicativo de livros digitais em mais países, como Portugal, a chance de vendas do Carta aos Romanos tem aumentado e já percebo isso na minha conta no Lulu.com, onde além de mostrar as vendas naquele site também visualizo as vendas no site da maçã!

Esta é uma ótima notícia para os autores que escrevem em português para venderem seus livros, mas ainda é falha a pesquisa por idiomas no aplicativo e iTunes, que se tivesse essa opção seria muito mais fácil dos leitores encontrarem nossos livros.

Mas pelo menos já é um começo e se quiser comprar o livro, basta clicar aqui!

Postado por traichel on maio 23, 2011

Pois é, o meu livro está indicado como lido lá no site onde as pessoas podem indicar os seus gostos literários e montar a sua própria estante:


Se você já leu, entre no Skoob e indique o Carta!

Postado por traichel on agosto 10, 2010

Eu já tinha ouvido falar da sociedade secreta dos alunos de Yale, nos Estados Unidos e sempre me perguntei se eu ouviria histórias semelhantes durante a minha gradução na Unisinos. Não daquele porte, claro, mas algo parecido. Bom, fiquei 12 anos no campus e nunca soube de nada. Ou não tem, ou sou muito insignificante…

Mas pesquisando um pouco mais sobre a Caveira e Ossos a gente encontra um monte de coisas na Web. Vou tentar colocar um resumo aqui:

Desde sua fundação, em função da alta seletividade da Skull & Bones, que recruta anualmente apenas 15 membros, cerca de 2.500 bonesmen tiveram o privilégio de ostentar tal identificação e hoje em dia há em torno de 600 deles vivos, mas em geral ocupando importantes posições… a Skull & Bones mantém critérios seletivos quanto ao universo de candidatos a prováveis irmãos de ordem. Um requisito inicial é a própria educação secundária, pois há preferência por candidatos egressos de tradicionais e prestigiosas High Schools que atendem exatamente a jovens abastados. Além do mais, a seleção leva em consideração a vivência aventureira do candidato. Pretendentes que já ousaram a enfrentar selvas africanas, intempéries sul-americanas, desertos e riscos eminentes no Oriente conquistam valiosos pontos nesta fase de pretensão à filiação. Os candidatos são criteriosa e severamente avaliados pelos membros sênior da ordem e submetidos a testes e entrevistas que buscam aferir as potencialidades e capacidade integrativa dos candidatos ao corolário e ideário da Skull & Bones.

Sua cerimônia de iniciação é marcada por uma simbologia mórbida, mas curiosa. Os iniciantes, despidos, deitam-se num caixão que é carregada pelo salão da sede da irmandade. Eles reverenciam a insígnia da ordem (um crânio sobre dois ossos cruzados acima da inscrição “322″, alusiva ao ano de 322 a.C., ano em que a deusa Eulogia apareceu no céu após a morte de um orador grego. A crença diz que ela retornaria em 1832) e depois saem do ataúde mortuário como sinal de que estão marcando seu renascimento para um novo mundo iluminado, guardando, cada um, em um local específico, um osso entalhado com o nome dos novos iniciados.

A visão Skull & Bones na política estadunidense é de notável influência, já que muitos de seus integrantes tomaram parte da vida pública do país desde os idos dos fins do século XIX. Esta visão típica dos bonesmen sobre a condução dos EUA não é assunto que deixe de merecer ser notado, sobretudo, quando mais um de seus pares ocupa a presidência do país, após uma reeleição disputada contra um adversário que também ostenta a condição de irmão da ordem de Yale (assim como Goerge W. Bush, o democrata John Kerry também foi forjado nas fileiras da Skull & Bones).”

Para ler mais sobre a Skull and Bones, tem esse artigo aqui, de onde resumi o texto. Boa leitura!

Postado por traichel on agosto 8, 2010

Essa foto é bastante significativa e encontrei visitando o museu Henrique Ubel, no município de Teutônia/RS.

Segundo me contaram esse templo ficava ao lado da igreja Luterana e era bastante ativo e isso pode ser conferido na documentação que também está no museu, onde tem a lista de maçons que faziam parte da Loja “Luz da Teutônia” (eu vi mais de 40, mas não me lembro do número exato).
Pelos documentos podemos ver que essa loja trabalhava no Rito Escocês Antigo e Aceito e foi fundada em no início do século. Pela opulência do prédio podemos ver que se tratava de algo realmente importante no então distrito de Canabarro, pois a cidade em si ainda fazia parte do município de Estrela.

Mas essa não foi a primeira Loja Maçônica daquela região. Lá no museu encontrei também documentos de uma outra loja, mais antiga, fundada se não me falha a memória em 1899, a “Zur Treue und Redlichkeit”, mas parece que durou pouco, pois não vi nada depois de 1903. Essa loja trabalhava em outro rito, o de Schröder, mais alemã impossível! Mas não tem nenhuma foto do templo dela e pelas atas que tem no museu, algumas em português outras em alemão, ela se localizava em outra linha chamada Boa Vista.

Postado por traichel on julho 20, 2010

Leia nos dispositivos da Apple ou Android
Com o lançamento do iPad e cada vez mais tablets com Android, além é claro do Kindle e outros e-Reader, a leitura de livros digitais está cada vez mais fácil.

Eu particularmente tenho lido alguns livros no meu Motorola Quench e estou satisfeito. Claro que não vou ler um Senhor dos Anéis, mas li o livro do Eduardo Schroeder, o Império Invisível, autor de Porto Alegre com quem troco figurinhas sobre publicação de livros.

Bom, mas o que eu gostaria de divulgar é que agora você pode comprar o livro Carta aos Romanos no formato ePub, para ler em qualquer dispositivo que suporte o formato aberto padrão para ebooks.

O valor fica mais em conta que a versão física, com o preço de R$ 9,00 e o envio é feito por email. Para comprar clique aqui!

Se quiser, você pode ler o primeiro capítulo aqui mesmo no site.
Um abraço

Postado por traichel on maio 5, 2010

Na edição do dia 30 de abril o meu romance policial ganhou um espaço no Jornal Impacto, de Fazenda Vilanova/RS. O jornal, com distribuição gratuita, circula nas cidades de Fazenda Vilanova, Bom Retiro, Estrela, Pouso Novo, Marques de Souza, Tabai, Taquari e Lajeado.

Carta aos Romanos no Jornal Impacto

Você pode ler o jornal completo no Scribd.

Postado por traichel on abril 1, 2010

Resolvi tirar o livro do Clube de Autores. Essa decisão foi movida principalmente pois as pessoas que queriam comprar o livro acharam caro demais o livro e o frete, coisa que eu já havia comentado no blog do Alessandro, o Livros e Afins.

Acho que esse é um tipo de serviço que, quem fizer pensando em ganhar na quantidade de livros vendidos e em serviços atrelados e não na venda individual, vai conquistar uma legião de assinantes. Eu incluso!

Postado por traichel on dezembro 31, 2009

Duplico aqui um pedaço de um texto que encontrei no site lojasmaconicas.com.br:

” A Ordem dos Cavaleiros Teutônicos foi fundada em 1.190 por Cruzados alemães na Palestina e foi reconhecida pelo Papa em 1.199. Instituída depois dos Cavaleiros Templários, e dos Hospitalários, restringiu a admissão à Ordem, apenas aos membros da nobreza alemã.
A nova Ordem, constituiu-se no principal grupo militar alemão.
Em 1.229 os Cavaleiros Teutônicos começaram uma cruzada para converter e pacificar os eslavos pagãos da Prússia. Eles esmagaram os eslavos nativos e adotaram para si próprios, um estado de semideuses.
A forma impiedosa de combater o inimigo, rendeu aos Teutônicos, a reputação de guerreiros malignos.
Os Cavaleiros Teutônicos tornaram-se cínicos, e acreditavam que a eliminação total do inimigo era o único meio de erradicar rapidamente o mal. Para atingir seus objetivos, seu treinamento militar era supremo. Os membros desta Ordem são normalmente fortes e refletem seu treinamento militar.

Vestidos para batalha, são iguais a todos os demais cavaleiros; em alguns casos um Teutônico pode ter alguns suplementos opcionais alinhavados em seu vestuário entretanto, normalmente, suas batas são brancas e adornadas com uma cruz preta simples.
Após as batalhas da Idade Média, durante vários séculos, um pequeno grupo dos Teutônicos serviu em Viena como uma pequena chama que mantinha viva Ordem; porém, agora que a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos foi restabelecida, eles readquiriram sua antiga sede no Castelo de Marienburg.

Os membros da Ordem são encarados pela população em geral, como pessoas normais que pertencem à uma Ordem semi clerical, dedicada ao trabalho de caridade; mas, segundo o autor, os membros da Ordem têm força para dobrar barras de ferro, o que as afasta da média da população.

Os Cavaleiros Teutônicos escolhem os seus sócios cuidadosamente, geralmente provenientes de polícias especiais ou forças armadas de vários pontos ao redor do mundo. A maioria do Cavaleiros Teutônicos vêm destes exércitos ou equipes de força policial. Os cavaleiros são muito reservados e raramente revelam sua identidade em público. Esta é a única Ordem que obriga os seus membros às antigas regras de não manter contatos familiares.

Os fundos financeiros deles são quase impossíveis de serem localizados, seus detalhes pessoais são protegidos até mesmo de Teutônicos da mesma categoria e suas habilidades de luta são cuidadosamente desenvolvidas. Para pertencer à Ordem é necessário possuir muito bons atributos físicos e ser um excelente lutador. Sua fama é a de possuírem um temperamento agressivo, e freqüentemente estão ansiosos para entrar em uma briga. Este tipo de atitude é interpretado freqüentemente pelos Hospitalários e Templários como puro instinto animal. As outras Ordens não apreciam o ódio e a preocupação com que o Teutônicos agem com os inimigos. Os Teutônicos normalmente ficam frustrados com estratégias a longo prazo. Eles gastam a maior parte de suas vidas treinando para lutar e querem pôr todo o treinamento em prática rapidamente.

Eles tendem a serem difíceis de se dar bem socialmente. Eles repugnam o artifício ou as táticas sutis e acreditam na confrontação frente-a-frente como melhor tática de aproximação. Isto os conduziu freqüentemente, em desentendimentos com os Hospitalários e Templários.
Às vezes os Teutônicos quando fora da Ordem, ignoram as instruções de seus próprios oficiais, se julgarem que a mesma é imprópria ou incorreta.

Princípios Históricos:

Os Cavaleiros Teutônicos são um exército e Ordem religiosa alemã, baseada nos Hospitalários e Templários. É a mais jovem das três Ordens militares, foram fundados em 1.190 como uma unidade de auxilio, por Comerciantes alemães preocupados com os compatriotas sujeitos às doenças .

Os membros do grupo estabeleceram-se entre os integrantes do exército Cristão acampado fora do Acre. Pouco depois, foi-lhes concedido terras para construir um hospital, e também um estado Monástico. Os Teutônicos foram então, surpreendidos com a instrução pelo Papa Innocent III, para se tornarem uma Ordem Militar. O braço militar era baseado no modelo dos Cavaleiros Templários e o hospital nos Cavaleiros Hospitalários. A Ordem dos Teutônicos não restringiu então, aos seus membros, a exigência de pertencer à nobreza alemã. Os únicos limites eram ser um homem livre e não estar casado.

A Ordem geralmente usava um hábito branco com uma cruz preta. Cada um dos 12 Capítulos da Ordem, havia um líder conhecido como Komtur, significando o oficial de diligências. Quando um Grão Mestre morria, todos os Komturs reuniam-se para eleger 13 membros que, em troca, elegeria um novo Grão Mestre.Os outros oficiais do comando (Grosskomtur), eram: o Ordensmarshall, o Tressler (o tesoureiro), o Spittler (Hospitalários) e o Trapier (chefe de quartel). A Ordem nunca se distinguiu na Terra Santa. Não lutou nenhuma batalha famosa, nem desfrutou inicialmente a riqueza de apoio dada às outras Ordens. È parcialmente por causa desta falta de apoio que permaneceu um movimento puramente germânico; fato este que logo direcionou seus interesses para a própria Pátria. Em 1.216 a ordem perdeu a maioria de seus cavaleiros e seu Grão Mestre em ação na defesa da Terra Santa. A Ordem ficou em Acre até a queda do reino em finais do 13º século, quando os Teutônicos aumentaram gradativamente sua força nos Bálcãs.

A Ordem ajudou o Rei Andrew da Hungria nos meados de 1.210 a desalojar os Kumans que estavam invadindo a Transilvânia. Outro que pediu ajuda à Ordem foi o Duque polaco Conrad de Masovia, que pediu para a Ordem proteção contra os pagãos que invadiam suas terras. A Ordem era inumana em sua briga contra as tribos pagãs, até mesmo com pequenos contingentes de cavalaria eram praticamente invencíveis em face a qualquer inimigo. Os Teutônicos não tinham misericórdia.Qualquer homem, mulher ou criança conquistado tinha que se converter ou seriam executados.Os nativos tornaram-se servos da Ordem, controlados de uma série de fortalezas poderosas. Os domínio teutônicos estenderam-se pelos Bálcãs da Polônia, pela Lituânia e Suécia.
Nos 100 anos seguintes eles estenderam seu domínio ao longo do Báltico do Golfo da Finlândia para as margens do Pomeranian. Os Teutônicos colonizaram a terra com alemães e estabeleceram um governo central forte com sede em Marienburg, Prússia.

Rebeliões nos anos 1.260 forçaram a Ordem em seus limites. Depois que vários castelos balcânicos e Acre caíram em finais do 13º século, os cavaleiros migraram a sede deles para Veneza. O território perdido nos Bálcãs foi logo recapturado. Os Cavaleiros Teutônicos governaram a nova terra deles eficazmente. A maioria dos colonos achou estranho ter que responder a assuntos financeiros a monges que não foram autorizados a possuir qualquer coisa, mas isto limitou a corrupção e permitiu que os negócios fossem operados com eficácia.

Durante princípios de 1.300, a Inquisição atacou os Templários e Teutônicos com as acusações de crueldade e bruxaria; entretanto o teatro de operações dos Teutônicos (Prússia e a Costa do Báltico), colocou-os em segurança, além do alcance de qualquer autoridade que poderia agir contra eles.

As regras dos Teutônicos não era fácil. No 14º século aconteceram uma série de batalhas contínuas contra os lituanos; até 80 expedições ao todo com até sete em um ano. Os Teutônicos alcançaram o cume de seu poder e reputação durante este período, aparecendo então, algumas das melhores mentes militares da era.

Derrotado pelos polacos e lituanos na Batalha de Tannenberg em 1.410, os Cavaleiros Teutônicos foram forçados em 1.466, a ceder a Prússia Ocidental e Pomerelia para a Polônia e mover sua sede para Konigsberg na Prússia Oriental. Em 1.525 o Grão Mestre da Ordem, Albert de Brandenburg, converteu-se ao Luteranismo .A imagem teutônica, como também parte da própria Ordem, foi seqüestrada pelos Nazistas na Segunda Guerra Mundial.

A Cruzada Eslava da Ordem foi sustentada como um exemplo de superioridade alemã e foi usada como uma desculpa para outro ataque à Rússia. Muitos membros da SS auto nomearam-se como Cavaleiros da Ordem Militar.

A Ordem dos Cavaleiros Teutônicos ainda existe na Áustria como uma organização semi-clerical, dedicada ao trabalho de caridade.”

Postado por traichel on dezembro 29, 2009

A fim de poder oferecer o meu livro em um valor mais acessível, resolvi oferecer o Carta aos Romanos impresso à moda caseira. Como venho de uma família de gráficos (já intercalava e fazia acabamentos em impressos aos 10 anos), lidar com papel, grampo e guilhotina é fácil pra mim, mas imprimir numa A4 frente e verso pode se tornar uma tarefa bem desagradável.

Foi então que achei este artigo, do Celso Júnior, o qual reproduzo um trecho:

“O conceito é simples e as vantagens são claras. Gastar menos papel e conseguir visualizar a impressão nos dois lados da folha, além gastar menos com cola ou grampos depois.
Até aí não existe muita coisa a se configurar no seu programa de processamento de textos a não ser o formato da página, as marges, o cabaçalho e o rodapé. No BrOffice basta selecionar o menu Formatar>Página que o usuário tem acesso a todas as opções.
Caso você queira ter margens assimétricas. lembre-se de definir o Layout de Página como “Espelhado”.
No cabeçalho e rodapé geralmente aparecem o título, nome do capítulo e número da página etc…
Isso parece ser simples, mas confunde a cabeça de muita gente na hora de imprimir frente e verso. No nosso padrão ocidental, as páginas Ímpares têm o alceamento (colagem, grampo, aplicação de capa etc…) no seu lado esquerdo, enquanto as páginas Pares tem do seu lado direito. Isso determina por exemplo o fato das margens assimétricas serem espelhadas, porque a página par ficaria nas “costas” da página Ímpar.
Na hora de imprimir, você precisa prestar atenção ao sentido de alimentação de papel da sua impressora.”

Para saber mais, recomendo acessar o artigo na íntegra.