Uma das primeiras coisas que me preocupei (e me preocupo ainda) é defender a autoria da obra. Creio que este é um pensamento de qualquer um que crie alguma coisa, seja um livro, um desenho ou vídeo. A gente tem a idéia e quer que ela seja creditada sempre a nós. Se tiver lucro em cima então…
Depois de escrito o livro e revisado algumas vezes – na verdade ainda tá faltando a revisão gramatical, mas isso é com minha irmã – o passo seguinte será enviar uma cópia para a Fundação Biblioteca Nacional. Esse depósito servirá para deixar registrado que a idéia do livro já existe e que sou eu o autor.
Interessante notar que, se a gente olhar o link lá no site deles sobre os serviços do Escritório de Direitos Autorais, veremos que muita coisa pode ser depositada lá: desenhos, letras de música e livros publicados ou não. No caso dos livros quando se manda para uma editora publicar, já está incluso no valor que eles cobram o depósito legal, mas se resolvermos fazer por conta própria o valor sai bem em conta: R$ 20,00 por obra!
O ISBN, que é o código de barras que identifica o livro em qualquer lugar do mundo, também pode ser feito lá, na Agência Brasileira do ISBN. Tu precisas primeiro fazer um cadastro pessoal (R$ 70,00 se não me engano) e depois cada obra que registrares sai pela bagatela de R$ 185,00 – cadastramento, número, fotolito e png do código de barras).
Como por enquanto não pretendo colocar o Carta em livrarias não gastarei esse dinheiro, apenas farei o depósito legal. Mas quem sabe o que o futuro nos reserva?

Uma destas Ordens eram os Cavaleiros Teutônicos. Basicamente seguiam a mesma coisa que os Pobres Cavaleiros do Templo, mas eram formados por homens germânicos: bávaros, prussianos, saxões, etc.