Eu já tinha ouvido falar da sociedade secreta dos alunos de Yale, nos Estados Unidos e sempre me perguntei se eu ouviria histórias semelhantes durante a minha gradução na Unisinos. Não daquele porte, claro, mas algo parecido. Bom, fiquei 12 anos no campus e nunca soube de nada. Ou não tem, ou sou muito insignificante…
Mas pesquisando um pouco mais sobre a Caveira e Ossos a gente encontra um monte de coisas na Web. Vou tentar colocar um resumo aqui:
“Desde sua fundação, em função da alta seletividade da Skull & Bones, que recruta anualmente apenas 15 membros, cerca de 2.500 bonesmen tiveram o privilégio de ostentar tal identificação e hoje em dia há em torno de 600 deles vivos, mas em geral ocupando importantes posições… a Skull & Bones mantém critérios seletivos quanto ao universo de candidatos a prováveis irmãos de ordem. Um requisito inicial é a própria educação secundária, pois há preferência por candidatos egressos de tradicionais e prestigiosas High Schools que atendem exatamente a jovens abastados. Além do mais, a seleção leva em consideração a vivência aventureira do candidato. Pretendentes que já ousaram a enfrentar selvas africanas, intempéries sul-americanas, desertos e riscos eminentes no Oriente conquistam valiosos pontos nesta fase de pretensão à filiação. Os candidatos são criteriosa e severamente avaliados pelos membros sênior da ordem e submetidos a testes e entrevistas que buscam aferir as potencialidades e capacidade integrativa dos candidatos ao corolário e ideário da Skull & Bones.
Sua cerimônia de iniciação é marcada por uma simbologia mórbida, mas curiosa. Os iniciantes, despidos, deitam-se num caixão que é carregada pelo salão da sede da irmandade. Eles reverenciam a insígnia da ordem (um crânio sobre dois ossos cruzados acima da inscrição “322″, alusiva ao ano de 322 a.C., ano em que a deusa Eulogia apareceu no céu após a morte de um orador grego. A crença diz que ela retornaria em 1832) e depois saem do ataúde mortuário como sinal de que estão marcando seu renascimento para um novo mundo iluminado, guardando, cada um, em um local específico, um osso entalhado com o nome dos novos iniciados.
A visão Skull & Bones na política estadunidense é de notável influência, já que muitos de seus integrantes tomaram parte da vida pública do país desde os idos dos fins do século XIX. Esta visão típica dos bonesmen sobre a condução dos EUA não é assunto que deixe de merecer ser notado, sobretudo, quando mais um de seus pares ocupa a presidência do país, após uma reeleição disputada contra um adversário que também ostenta a condição de irmão da ordem de Yale (assim como Goerge W. Bush, o democrata John Kerry também foi forjado nas fileiras da Skull & Bones).”
Para ler mais sobre a Skull and Bones, tem esse artigo aqui, de onde resumi o texto. Boa leitura!

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