Carta Aos Romanos – romance policial sobre sociedades secretas

Um romance policial onde suspense, religião e sociedades secretas se encontram com a imigração alemã no sul Brasil. Inspirado em uma lenda urbana do interior do RS.

Arquivado em ‘Publicando um livro’

Postado por traichel on fevereiro 10, 2009

Quem deu a dica inicialmente foi o blog Livros e Afins nesse artigo, sobre o serviço recém lançado aqui no Brasi. No Clube dos Autores se pode publicar o livro pagando a impressão e colocando o valor desejado em cima. Além disso o frete também já é calculado facilitando a vida do comprador e do autor, que  ganha as suas comissões quando é acumulado o valor de R$ 300,00.

Atualizando: na verdade, como o Leonardo comentou abaixo, o autor não paga, ele calcula o valor embutindo o valor da impressão mais o quanto quer ganhar. Quem paga é o comprador.

aqui o Alessandro Martins mostra como é o exemplar impresso e traz mais informações sobre o site e algumas alterações que virão, além das impressões de outros blogueiros sobre a novidade em terras brasileiras.

Vale a pena a leitura!

Postado por traichel on janeiro 29, 2009

Uma das primeiras coisas que me preocupei (e me preocupo ainda) é defender a autoria da obra. Creio que este é um pensamento de qualquer um que crie alguma coisa, seja um livro, um desenho ou vídeo. A gente tem a idéia e quer que ela seja creditada sempre a nós. Se tiver lucro em cima então…

Depois de escrito o livro e revisado algumas vezes – na verdade ainda tá faltando a revisão gramatical, mas isso é com minha irmã – o passo seguinte será enviar uma cópia para a Fundação Biblioteca Nacional. Esse depósito servirá para deixar registrado que a idéia do livro já existe e que sou eu o autor.

Interessante notar que, se a gente olhar o link lá no site deles sobre os serviços do Escritório de Direitos Autorais, veremos que muita coisa pode ser depositada lá: desenhos, letras de música e livros publicados ou não. No caso dos livros quando se manda para uma editora publicar, já está incluso no valor que eles cobram o depósito legal, mas se resolvermos fazer por conta própria o valor sai bem em conta: R$ 20,00 por obra!

O ISBN, que é o código de barras que identifica o livro em qualquer lugar do mundo, também pode ser feito lá, na Agência Brasileira do ISBN. Tu precisas primeiro fazer um cadastro pessoal (R$ 70,00 se não me engano) e depois cada obra que registrares sai pela bagatela de R$ 185,00 – cadastramento, número, fotolito e png do código de barras).

Como por enquanto não pretendo colocar o Carta em livrarias não gastarei esse dinheiro, apenas farei o depósito legal. Mas quem sabe o que o futuro nos reserva?

Postado por traichel on janeiro 19, 2009

Quando eu estava escrevendo o livro e já decidido que o colocaria na web, comecei a procurar uma forma de mostrar o meu trabalho sem dar muita moleza para os caras do ctrl+c / ctrl+v.

Então saí a cata de algum serviço na web que fizesse isso e encontrei assim o Bookess.

Bom, basicamente ele é uma espécie de Orkut para quem escreve, onde se pode além de publicar o próprio texto a gente pode adicionar outros livros aos teus favoritos, estabelecer amizades, trocar recados, sugerir capítulos e por aí adiante. Uma das coisas legais é que se pode “folhear” o livro e colocar marcador de página onde se parou

O lado ruim do Bookess é o seu editor de capítulos, em Javascript. Colar do word tem sido um caos, ele bagunça tudo. Atualizando: eles mudaram um monte e tá bem melhor de publicar.

O outro serviço foi indicado pelo Felipe, meu sócio lá na 29sul: o NeoReader.

Duas  coisas  gostei de lá: uma é simplesmente fazer o upload do PDF, definir meia dúzia de campos e voilà, tá na web. A outra é colocar o NeoReader dentro do teu site, “embebedando” ele na página, como faço aqui com os capítulos. Assim todos podem ler o arquivo, mas o seu conteúdo (teoricamente) fica bem protegido.

Existe ainda o Scribid, onde também se pode colocar PDFs online. O site é em inglês e parece ter um monte de assinantes, mas não gostei do fato de não poder proteger os PDFs. Ou seja, podem ser baixados e seu conteúdo copiado livremente. Atualizando: agora dá para bloquear o download e o ctrl+c.
Então é isso. Lugar para publicar tu já sabes. Agora é começar a escrever!

Postado por traichel on janeiro 16, 2009

Essa foi a minha primeira questão filosófica que me deparei quando terminei de escrever a história do Carta aos Romanos. Eu já tinha entregue algumas cópias sem revisão para alguns amigos e parentes, para que dessem uma olhada no material. Todos me disseram que a história estava boa e tal (claro que esposa e mãe são suspeitas) mas foi aí que me perguntaram o que eu faria com o livro.

Bom, eu pesquisei na internet sobre o assunto da publicação de livros e, se eu já estava em dúvida sobre como “publicar” a minha história, depois de ler em sites fiquei ainda mais perdido.

Resumindo eu encontrei 4 situações distintas:

  1. o método tradicional de enviar impresso para uma editora e esperar pacientemente que respondessem (coisa de meses) e torcendo para que gostassem;
  2. autopublicar, pagando uma editora para fazer os registros na Biblioteca Nacional (cireito autoral)  e o ISBN (o código de barras) e também imprimindo no mínimo 100 livros, que eu mesmo teria de dar um jeito de divulgar;
  3. tentar uma editora que faça on demand, ou seja, tu pagas a parte de registros, capas, revisão. Ela distribui virtualmente e se vender, ela imprime;
  4. não gastar com quase nada e publicar o conteúdo em um blog.

Bom, a primeira para falar a verdade nem tentei. Li tanto artigo dizendo que só consegue 1 em 1 milhão e tal que achei que meu pequeno livro de um autor estreante não faria nem cócegas em uma editora. Ou faria rir…

A segunda fora de cogitação. Sem condições de gastar 2 ou 3 mil pra ter um monte de livros em casa e sair correndo atrás de livrarias.

A terceira me pareceu interessante. Se eu tivesse um tanto de dinheiro guardado – mais  ou menos 800 reais pelo que vi – até arriscaria.

A quarta me pareceu mais atraente, principalmente depois que li esse artigo aqui. O meu único medo era o conteúdo.  Afinal de contas foram 4 meses escrevendo e reescrevendo. A última coisa que eu quero é ver um engraçadinho copiando e tirando a minha autoria. Mas sobre direitos eu falarei em outro post.

Para resumir a ópera, optei pelo quarto, assim eu colocarei aqui para leitura online através do NeoReader ou pelo Bookess. Agora que venham os visitantes!