Carta Aos Romanos – romance policial sobre sociedades secretas

Um romance policial onde suspense, religião e sociedades secretas se encontram com a imigração alemã no sul Brasil. Inspirado em uma lenda urbana do interior do RS.

Postado por traichel on setembro 1, 2009

A fim de aumentar as possibilidades de venda e aproveitando o PayPal agora em português, resolvi colocar o meu romance “Carta aos Romanos” também no Lulu.com, um dos maiores sites de autopublicação do mundo.

É só clicar aqui e encomendar o seu, que poderá ser pago em cartão de crédito ou usando o PayPal. O livro é entregue em sua casa e, como novidade, você poderá comprar o PDF para download, na módica quantia de US$ 5,00!

Postado por traichel on julho 26, 2009

Demorou um tempo, eu havia mandado o livro no início do fevereiro como escrevi aqui, mas semana passada recebi a correspondência do Escritório de Direito Autoral, da Biblioteca Nacional. Agora o Carta aos Romanos é um livro registrado, eu como autor, com o número é 459.630.

Uma vez li, não me lembro agora, que registrar na BN não significa necessariamente garantir que a obra está protegida, pois eles não registram a idéia, mas sim as palavras. Bom, se isso é verdade ou não não sei, mas acredito que se aparecer alguma obra com o mesmo motivo do meu, será MUITO mais fácil de defender meus direitos perante um juiz.

Postado por traichel on junho 17, 2009

Segundo a Wikipedia, que transcrevo aqui de maneira mais resumida:

Sistema de encaixe de madeiras

Sistema de encaixe de madeiras

“O Enxaimel, ou Fachwerk (originário de “Fach” assim denominavam o espaço preenchido com material entrelaçado de uma parede feita de caibros), é uma técnica de construção que consiste em paredes montadas com hastes de madeira encaixadas entre si em posições horizontais, verticais ou inclinadas, cujos espaços são preenchidos geralmente por pedras ou tijolos. Os tirantes de madeira dão estilo e beleza às construções do gênero, produzindo um caráter estético privilegiado. Outras características são a robustez e a grande inclinação dos telhados. Na adaptação do enxaimel às características climáticas da região, foi necessária a implantação, por conta da elevada umidade local, de uma estrutura feita de pedra que sustenta as construções evitando que a madeira se molhe.

Casa em estilo enxaimel

Casa em estilo enxaimel

As casas no chamado estilo enxaimel são uma das principais atrações turísticas em qualquer região de colonização alemã. Quando os primeiros alemães chegaram ao Brasil, a arquitetura enxaimel já não era utilizada havia muito tempo, mas foi considerada a mais adequada para as condições encontradas no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Além de fortes, as casas eram baratas e de construção simples. Enxaimel quer dizer enchimento. Primeiro, era construído o esqueleto da casa, todo de toras grossas de madeira. Entre as vigas verticais eram colocadas as horizontais e, nas extremidades das paredes, algumas em ângulo, para evitar inclinação. Pronta a “caixa”, os espaços eram completados com materiais disponíveis de acordo com a região: no Rio Grande do Sul, há fechamentos com taipa, barro socado, tijolos maciços rebocados e até mesmo pedra grês cortadas. Em Santa Catarina, há maior ocorrência de tijolos maciços sem uso de reboco.

O Vale do Itajaí e o Norte do estado de Santa Catarina têm uma das maiores concentração deste modo construtivo na América. Os municípios de Indaial, Blumenau, Joinville, São Bento do Sul, Timbó e Pomerode têm número significativo de enxaiméis.

No Rio Grande do Sul, se destacam os municípios emancipados da antiga colônia alemã de São Leopoldo: Ivoti, Dois Irmãos, Picada Café, Santa Maria do Herval, Morro Reuter, Linha Nova, e ainda algumas localidades rurais de Nova Petrópolis e Gramado.”

Postado por traichel on maio 2, 2009

Depois de um tempão ouvindo e lendo que o novo livro do Dan Brown seria a Chave de Salomão, que creio seria mais apropriado para o conteúdo que estão especulando, anunciaram que a terceira aventura do Robert Langdon se chamará o Símbolo Perdido.

Bom, eu não escondo que gosto dos livros dele. Aliás Anjos e Demônios me inspirou a escrever o Carta. Agora, devemos deixar bem claro que, o que mais tem nos livros dele, são informações equivocadas e até distorcidas, mas que se encaixam perfeitamente no que se propõe a obra: um romance policial de tirar o fôlego.

Uma coisa é certa: se realmente for sobre a Maçonaria, especialmente a americana, vai ter muita gente achando que poderá bater na porta dos Templos e entrar, só por quê leu o livro. Será até engraçado de ver…

Postado por traichel on abril 24, 2009

Em 1824 chegam os primeiros colonos alemães ao Rio Grande do Sul, sendo assentados na atual cidade de São Leopoldo. Os alemães chegavam em pequeno número todos os anos, porém eram em número suficiente para se organizar e expandir pela região.

Nos primeiros cinqüenta anos de imigração, foram introduzidos entre 20 e 28 mil alemães ao Rio Grande, a quase totalidade deles destinados à colonização agrícola. Os primeiros colonos vieram de Holstein, Hamburgo, Mecklemburgo e Hannover. Depois, passaram a predominar os oriundos de Hunsrück e do Palatinado. Além desses, vieram da Pomerânia, Vestfália e de Württemberg. [8]

Outras colônias foram criadas na sequência, como Três Forquilhas, Nova Petrópolis, Teutônia, Santa Cruz, São Lourenço, Colônia Santo Ângelo, Colônia de Santa Maria do Mundo Novo, etc.
Mapa mostrando a dispersão das colônias alemãs no Sul do Brasil em 1905.

Em algumas décadas, a região do Vale do Rio dos Sinos estava quase que completamente ocupada por imigrantes alemães. A colonização transbordou da região, se expandindo por outras áreas do Rio Grande do Sul. É notável que a colonização alemã foi efetuada em terras baixas, seguindo o caminho dos rios. Na década de 1870, praticamente todas as terras baixas do interior do Rio Grande do Sul estavam sendo ocupadas pelos alemães, porém, as terras altas não atraíam os colonos, permanecendo desocupadas até a chegada dos italianos, em 1875.

Os problemas na imigração

O governo alemão proibiu em 1859 a emigração para o Brasil devido a um forte movimento que surgiu na Alemanha contra esta emigração, devido a diversos problemas.

Os problemas começavam já na vinda para o Brasil, nos navios, em viagens que poderiam durar cerca de 3 a 4 meses pelo Oceano Atlântico. Em algumas situações, imigrantes esperavam o navio por cerca de dois meses no porto de Hamburgo, em condições precárias, onde inclusive ocorriam óbitos. Muitas viagens foram feitas em navios com excesso de passageiros, onde as pessoas viajavam espremidas, com alimentação deficiente e má higiene, quando não aconteciam inúmeros óbitos por causa de epidemias. Também muitos imigrantes morriam ao chegar ao Brasil, por causa de doenças tropicais.

Ao chegar ao Brasil, os imigrantes alemães sofreram para se adaptar ao clima brasileiro, ao idioma e às novas condições de vida, normalmente primitivas, que já não tinham em seu país de origem.

Em alguns casos, chegavam ao Brasil e por não estarem suas terras demarcadas, ficavam alojados em prédios ocupados antes por escravos, aguardando durante meses o assentamento em seus lotes. Também por problemas na demarcação de terras, muitas brigas surgiam.

O isolamento das colônias também dificultava na medida que faltava acesso médico para doenças ou partos, (quando a colônia não tinha seu próprio médico) e muitos morriam por não chegarem a tempo na cidade mais próxima, pois dependiam de transporte por tração, o que era lento e poderia levar horas ou dias. A distância, mas também a falta de dinheiro, dificultavam o acesso a tratamentos.

A situação precária para sobrevivência causava muita decepção e desgosto, pois não eram as perspectivas que tinham quando decidiram emigrar. As promessas de que iriam para o “paraíso” aumentavam o sofrimento, quando estavam frente a frente a matas fechadas para derrubarem a machado, onde inclusive as mulheres ajudavam.

A espera pelo cumprimento de promessas como o desenvolvimento da região com a construção de vias de acesso e a promessa de subsídio com dinheiro ou instrumentos de trabalho (ferramentas, sementes, gado, material de construção) não foram cumpridas na maior parte das colônias alemãs. A liberdade de culto de religião, apesar de declarada, era somente tolerada, pois ia contra a constituição brasileira. Para tanto, os imigrantes protestantes não poderiam construir prédios que tivessem a aparência de igreja, como usando sinos e cruzes.

Muitas terras recebidas pelos imigrantes eram simplesmente “ingratas”: secas e ácidas, sem capacidade de boa produção de alimentos para a própria subsistência. Até descobrirem quão inférteis eram aquelas terras, já haviam investido trabalho, sementes e tempo ao tentar cultivá-las, e entre a espera da colheita e a frustração de não conseguir colher nada, passavam fome.

Quando os imigrantes eram empregados em alguma fazenda, muitos se viram na condição de “semi-escravos”, quando trabalhavam por horas a fio, e não recebiam tudo o que fora prometido pelo trabalho, isso quando não eram maltratados pelos donos das fazendas.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil

Postado por traichel on fevereiro 18, 2009

Pois é, eu vi essa dica no Efetividade.net.

Um site onde tu montas uma lista com os livros que tu queres trocar. Se alguém se interessar, tu mandas pelo sedex e ganha créditos para solicitar outros livros. Assim aquela estante de livros em casa pode sera atualizada sem um grande custo!

Acesse aí: http://www.trocandolivros.com.br/

Postado por traichel on fevereiro 18, 2009

Um dos personagens mais importantes da História, assim podemos definir Martim Luther, ou Martim Lutero aqui no Brasil.

Segundo o site Luteranos (www.luteranos.com.br):

Nascido a 10 de novembro de 1483 na cidade de Eisleben/Alemanha, Martim Lutero foi filho de uma família de mineiros pobres. Estudou filosofia e direito e no ano de 1505 entrou para a Ordem dos Agostinianos. Tornou-se monge, sendo ordenado sacerdote no ano de 1507. Defendeu tese de doutoramento em teologia no ano de 1512. Leciona na cidade de Wittenberg, onde desencadeia, a partir de um estudo acurado das Sagradas Escrituras, um movimento que modificará profundamente o cenário eclesiástico ocidental.

Em 1517 publica 95 teses em que preconiza reformas no interior da Igreja Católica. Não encontrou acolhida para as suas propostas, sendo excomungado no ano de 1521. Proscrito pelas autoridades, acabou sendo sequestrado por simpatizantes de suas idéias.

Redige pequenos livretos e traduz a Bíblia para a língua alemã. Suas teses encontram eco e se espalham rapidamente graças à imprensa. Suas idéias são propagadas e desencadeia-se um movimento reformador em vários países europeus. Outros simpatizantes lideram iniciativas semelhantes na Suiça e na França.

A Reforma de Lutero não só traria uma nova forma de pensar o Cristianismo como também abriria as portas para novas correntes como o Iluminismo.

Postado por traichel on fevereiro 12, 2009

Antes de colocar o livro na web aqui no site ou no Bookess, eu dei uma olhada o quanto sairia a impressão dos livros em uma gráfica, dessas menorzinhas que funcionam na casa do dono mesmo.

Bom, pra início de conversa a tiragem mínima era de 500 exemplares, que eu mesmo teria que distribuir. Capa em papel supremo, policromia, laminação brilho e sem orelhas. O miolo do livro em papel offset 75g/m², cadernos fresados e colados, formato A5 e 1 cor. Nesse padrão sairia a bagatela de R$ 1750,00, resultando em R$ 3,50 o custo unitário. Bom, se colocar o preço em R$ 24,90 por exemplo, teria que vender pelo menos 71 livros pra pagar o custo, isso sem comissões!

Claro, estou falando de uma gráfica pequena, que não vai fazer nada além de imprimir e cobrar. Todo o resto como ISBN, Biblioteca Nacional, conversar com as livrarias, divulgar e tal fica por conta unicamente do escritor. Sinceramente, deve-se gastar muito com isso!

Ou então não se apresse em vender, guarde os livros em casa e vá aos poucos, colocando nas livrarias próximas, divulgando em sites, mostrando pros amigos, etc.

Um dia o estoque tem que acabar…

Postado por traichel on fevereiro 10, 2009

Quem deu a dica inicialmente foi o blog Livros e Afins nesse artigo, sobre o serviço recém lançado aqui no Brasi. No Clube dos Autores se pode publicar o livro pagando a impressão e colocando o valor desejado em cima. Além disso o frete também já é calculado facilitando a vida do comprador e do autor, que  ganha as suas comissões quando é acumulado o valor de R$ 300,00.

Atualizando: na verdade, como o Leonardo comentou abaixo, o autor não paga, ele calcula o valor embutindo o valor da impressão mais o quanto quer ganhar. Quem paga é o comprador.

aqui o Alessandro Martins mostra como é o exemplar impresso e traz mais informações sobre o site e algumas alterações que virão, além das impressões de outros blogueiros sobre a novidade em terras brasileiras.

Vale a pena a leitura!

Postado por traichel on fevereiro 3, 2009

Quando a comecei a escrever o livro não imaginava direito onde as coisas chegariam, mas fui pesquisando onde encaixar os fatos e, ao ler a descrição da espístola na Wikipédia, não tive dúvidas de que tinha achado não só um grande elo na minha trama mas também o título do livro:

” A Epístola aos Romanos, também conhecida apenas como Romanos, é como é conhecida a epístola de Paulo aos romanos. Como a própria epístola nos mostra no seu capítulo I e no verso 1, Paulo é o escritor.

A epístola aos romanos foi escrita, provavelmente, em 57 d.C., na cidade de Corinto, Grécia, pouco antes da visita do apóstolo a Jerusalém.

A carta tinha por objetivo corrigir interpretações a respeito de sua pregação levadas à comunidade de Roma provavelmente por judeus ou cristãos judaizantes.

Foi lendo esta carta que Martinho Lutero foi tocado pela mensagem da salvação gratuita, fazendo-o insurgir-se contra a venda de indulgências que se disseminava entre a classe eclesiástica de então. Em Romanos 1:17 lê-se: “Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o Justo viverá da fé” (grifo meu).

Segundo esta epístola, a salvação que Deus proporciona à humanidade é dada gratuitamente através do sacrifício de seu Filho Jesus Cristo, na cruz do Calvário.

Em toda a epístola, Paulo tenta mostrar aos cristãos romanos e também aos judeus que a salvação é somente pela fé em Jesus Cristo, e não em uma religião, nem em uma nacionalidade, nem em qualquer obra do homem. Somente Jesus Cristo salva. E — Paulo afirma — é somente a fé em Cristo que salva o ímpio da ira de Deus, ira essa a que Paulo se refere no capítulo I e no verso 18.

O estudo deste livro é considerado pelos cristãos necessário para compreensão espiritual e também para compreensão da graça redentora de Deus.

O livro de Romanos é uma das mais ricas e difíceis epístolas de Paulo. Ela mostra claramente o problema do pecado e a única solução: a graça de Deus através de Jesus Cristo. Paulo argumenta eficazmente que ninguém será salvo por obediência à lei do Velho Testamento. A salvação é pela fé em Cristo somente.”