Carta Aos Romanos – romance policial sobre sociedades secretas

Um romance policial onde suspense, religião e sociedades secretas se encontram com a imigração alemã no sul Brasil. Inspirado em uma lenda urbana do interior do RS.

Postado por traichel on fevereiro 18, 2009

Pois é, eu vi essa dica no Efetividade.net.

Um site onde tu montas uma lista com os livros que tu queres trocar. Se alguém se interessar, tu mandas pelo sedex e ganha créditos para solicitar outros livros. Assim aquela estante de livros em casa pode sera atualizada sem um grande custo!

Acesse aí: http://www.trocandolivros.com.br/

Postado por traichel on fevereiro 18, 2009

Um dos personagens mais importantes da História, assim podemos definir Martim Luther, ou Martim Lutero aqui no Brasil.

Segundo o site Luteranos (www.luteranos.com.br):

Nascido a 10 de novembro de 1483 na cidade de Eisleben/Alemanha, Martim Lutero foi filho de uma família de mineiros pobres. Estudou filosofia e direito e no ano de 1505 entrou para a Ordem dos Agostinianos. Tornou-se monge, sendo ordenado sacerdote no ano de 1507. Defendeu tese de doutoramento em teologia no ano de 1512. Leciona na cidade de Wittenberg, onde desencadeia, a partir de um estudo acurado das Sagradas Escrituras, um movimento que modificará profundamente o cenário eclesiástico ocidental.

Em 1517 publica 95 teses em que preconiza reformas no interior da Igreja Católica. Não encontrou acolhida para as suas propostas, sendo excomungado no ano de 1521. Proscrito pelas autoridades, acabou sendo sequestrado por simpatizantes de suas idéias.

Redige pequenos livretos e traduz a Bíblia para a língua alemã. Suas teses encontram eco e se espalham rapidamente graças à imprensa. Suas idéias são propagadas e desencadeia-se um movimento reformador em vários países europeus. Outros simpatizantes lideram iniciativas semelhantes na Suiça e na França.

A Reforma de Lutero não só traria uma nova forma de pensar o Cristianismo como também abriria as portas para novas correntes como o Iluminismo.

Postado por traichel on fevereiro 12, 2009

Antes de colocar o livro na web aqui no site ou no Bookess, eu dei uma olhada o quanto sairia a impressão dos livros em uma gráfica, dessas menorzinhas que funcionam na casa do dono mesmo.

Bom, pra início de conversa a tiragem mínima era de 500 exemplares, que eu mesmo teria que distribuir. Capa em papel supremo, policromia, laminação brilho e sem orelhas. O miolo do livro em papel offset 75g/m², cadernos fresados e colados, formato A5 e 1 cor. Nesse padrão sairia a bagatela de R$ 1750,00, resultando em R$ 3,50 o custo unitário. Bom, se colocar o preço em R$ 24,90 por exemplo, teria que vender pelo menos 71 livros pra pagar o custo, isso sem comissões!

Claro, estou falando de uma gráfica pequena, que não vai fazer nada além de imprimir e cobrar. Todo o resto como ISBN, Biblioteca Nacional, conversar com as livrarias, divulgar e tal fica por conta unicamente do escritor. Sinceramente, deve-se gastar muito com isso!

Ou então não se apresse em vender, guarde os livros em casa e vá aos poucos, colocando nas livrarias próximas, divulgando em sites, mostrando pros amigos, etc.

Um dia o estoque tem que acabar…

Postado por traichel on fevereiro 10, 2009

Quem deu a dica inicialmente foi o blog Livros e Afins nesse artigo, sobre o serviço recém lançado aqui no Brasi. No Clube dos Autores se pode publicar o livro pagando a impressão e colocando o valor desejado em cima. Além disso o frete também já é calculado facilitando a vida do comprador e do autor, que  ganha as suas comissões quando é acumulado o valor de R$ 300,00.

Atualizando: na verdade, como o Leonardo comentou abaixo, o autor não paga, ele calcula o valor embutindo o valor da impressão mais o quanto quer ganhar. Quem paga é o comprador.

aqui o Alessandro Martins mostra como é o exemplar impresso e traz mais informações sobre o site e algumas alterações que virão, além das impressões de outros blogueiros sobre a novidade em terras brasileiras.

Vale a pena a leitura!

Postado por traichel on fevereiro 3, 2009

Quando a comecei a escrever o livro não imaginava direito onde as coisas chegariam, mas fui pesquisando onde encaixar os fatos e, ao ler a descrição da espístola na Wikipédia, não tive dúvidas de que tinha achado não só um grande elo na minha trama mas também o título do livro:

” A Epístola aos Romanos, também conhecida apenas como Romanos, é como é conhecida a epístola de Paulo aos romanos. Como a própria epístola nos mostra no seu capítulo I e no verso 1, Paulo é o escritor.

A epístola aos romanos foi escrita, provavelmente, em 57 d.C., na cidade de Corinto, Grécia, pouco antes da visita do apóstolo a Jerusalém.

A carta tinha por objetivo corrigir interpretações a respeito de sua pregação levadas à comunidade de Roma provavelmente por judeus ou cristãos judaizantes.

Foi lendo esta carta que Martinho Lutero foi tocado pela mensagem da salvação gratuita, fazendo-o insurgir-se contra a venda de indulgências que se disseminava entre a classe eclesiástica de então. Em Romanos 1:17 lê-se: “Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o Justo viverá da fé” (grifo meu).

Segundo esta epístola, a salvação que Deus proporciona à humanidade é dada gratuitamente através do sacrifício de seu Filho Jesus Cristo, na cruz do Calvário.

Em toda a epístola, Paulo tenta mostrar aos cristãos romanos e também aos judeus que a salvação é somente pela fé em Jesus Cristo, e não em uma religião, nem em uma nacionalidade, nem em qualquer obra do homem. Somente Jesus Cristo salva. E — Paulo afirma — é somente a fé em Cristo que salva o ímpio da ira de Deus, ira essa a que Paulo se refere no capítulo I e no verso 18.

O estudo deste livro é considerado pelos cristãos necessário para compreensão espiritual e também para compreensão da graça redentora de Deus.

O livro de Romanos é uma das mais ricas e difíceis epístolas de Paulo. Ela mostra claramente o problema do pecado e a única solução: a graça de Deus através de Jesus Cristo. Paulo argumenta eficazmente que ninguém será salvo por obediência à lei do Velho Testamento. A salvação é pela fé em Cristo somente.”

Postado por traichel on fevereiro 3, 2009

Quando todo mundo estava empolgado com o Código Da Vinci eu lia o outro, o antecessor dele.

Pra mim o Anjos e Demônios é infinitamente melhor, embora eu saiba que muitas coisas ditas ali estejam, digamos, equivocadas. Já vi cientistas dizendo que a coisa da antimatéria não é bem assim e mesmo algumas das sociedades secretas que ele comenta sei que não começaram do jeito descrito por ele, mas o clima policial colocado foi muito além do Código.

Na verdade se lermos primeiro o Anjos e depois começarmos o Código, veremos uma rotina bem definida. Aliás, creio que este livro estabeleceu um padrão para os outros deste tipo, incluindo o meu: assassinato – segredo a ser revelado  – sociedade secreta – perseguição – final surpreendente.

Claro que estou generalizando, mas depois do sucesso dos livros do Dan Brown muitos outros títulos surgiram seguindo a mesma linha, seja com fraternidades misteriosas seja com ramos da Igreja. Apesar disto, poucos se igualaram com o suspense criado na história dos Iluminatti e a bomba de antimatéria posta no Vaticano, proposto pelo autor no Anjos.

Óbviamente está virando filme, que estreiará no dia 15 de maio e pra quem quiser, podemos ver uma palhinha no trailer oficial abaixo:

Ou no spot de tv que saiu no Superbowl:

Postado por traichel on janeiro 29, 2009

Uma das primeiras coisas que me preocupei (e me preocupo ainda) é defender a autoria da obra. Creio que este é um pensamento de qualquer um que crie alguma coisa, seja um livro, um desenho ou vídeo. A gente tem a idéia e quer que ela seja creditada sempre a nós. Se tiver lucro em cima então…

Depois de escrito o livro e revisado algumas vezes – na verdade ainda tá faltando a revisão gramatical, mas isso é com minha irmã – o passo seguinte será enviar uma cópia para a Fundação Biblioteca Nacional. Esse depósito servirá para deixar registrado que a idéia do livro já existe e que sou eu o autor.

Interessante notar que, se a gente olhar o link lá no site deles sobre os serviços do Escritório de Direitos Autorais, veremos que muita coisa pode ser depositada lá: desenhos, letras de música e livros publicados ou não. No caso dos livros quando se manda para uma editora publicar, já está incluso no valor que eles cobram o depósito legal, mas se resolvermos fazer por conta própria o valor sai bem em conta: R$ 20,00 por obra!

O ISBN, que é o código de barras que identifica o livro em qualquer lugar do mundo, também pode ser feito lá, na Agência Brasileira do ISBN. Tu precisas primeiro fazer um cadastro pessoal (R$ 70,00 se não me engano) e depois cada obra que registrares sai pela bagatela de R$ 185,00 – cadastramento, número, fotolito e png do código de barras).

Como por enquanto não pretendo colocar o Carta em livrarias não gastarei esse dinheiro, apenas farei o depósito legal. Mas quem sabe o que o futuro nos reserva?

Postado por traichel on janeiro 23, 2009

Durante a Idade Média não foram só os Templários que apareceram com a sua Ordem Militar credenciada pelo Vaticano. Outros nobres de outros países também quiseram a vida “heróica e devotada em defesa do Cristianismo, contra os impuro sarracenos”.

150px-teuton_flagsvgUma destas Ordens eram os Cavaleiros Teutônicos. Basicamente seguiam a mesma coisa que os Pobres Cavaleiros do Templo, mas eram formados por homens germânicos: bávaros, prussianos, saxões, etc.

Vale lembrar que naquela época não existia bem uma Alemanha, mas sim um conjunto de ducados e pequenos reinos, ora unidos sob um império, ora divididos e brigando entre si. Aliás este sempre foi um dos passatempos prediletos dos germanos, desde o tempo dos Césares: lutar entre si.

Em fim, a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos pelo visto era a menorzinha das três. Eu disse três? Ahh sim, tem os Hospitalários também, que aliás disputavam com os templários o título de queridos de Roma. Voltando ao assunto, pelo que se sabe eles não eram muito bem vistos pelo co-irmãos de armadura, visto que eles eram assim, como poderei dizer, meio bárbaros. Tinham mais interesse em cortar cabeças que fazer orações.

Eram identificados pela cruz preta sobre o branco e, diferente das demais, a Ordem existe até hoje, claro em um formato diferente. Quem quiser pode até visitar o site oficial da organização, hoje com a sua sede na Áustria. Só tem que saber a língua de Goethe para entender…

Postado por traichel on janeiro 19, 2009

Quando eu estava escrevendo o livro e já decidido que o colocaria na web, comecei a procurar uma forma de mostrar o meu trabalho sem dar muita moleza para os caras do ctrl+c / ctrl+v.

Então saí a cata de algum serviço na web que fizesse isso e encontrei assim o Bookess.

Bom, basicamente ele é uma espécie de Orkut para quem escreve, onde se pode além de publicar o próprio texto a gente pode adicionar outros livros aos teus favoritos, estabelecer amizades, trocar recados, sugerir capítulos e por aí adiante. Uma das coisas legais é que se pode “folhear” o livro e colocar marcador de página onde se parou

O lado ruim do Bookess é o seu editor de capítulos, em Javascript. Colar do word tem sido um caos, ele bagunça tudo. Atualizando: eles mudaram um monte e tá bem melhor de publicar.

O outro serviço foi indicado pelo Felipe, meu sócio lá na 29sul: o NeoReader.

Duas  coisas  gostei de lá: uma é simplesmente fazer o upload do PDF, definir meia dúzia de campos e voilà, tá na web. A outra é colocar o NeoReader dentro do teu site, “embebedando” ele na página, como faço aqui com os capítulos. Assim todos podem ler o arquivo, mas o seu conteúdo (teoricamente) fica bem protegido.

Existe ainda o Scribid, onde também se pode colocar PDFs online. O site é em inglês e parece ter um monte de assinantes, mas não gostei do fato de não poder proteger os PDFs. Ou seja, podem ser baixados e seu conteúdo copiado livremente. Atualizando: agora dá para bloquear o download e o ctrl+c.
Então é isso. Lugar para publicar tu já sabes. Agora é começar a escrever!

Postado por traichel on janeiro 16, 2009

Essa foi a minha primeira questão filosófica que me deparei quando terminei de escrever a história do Carta aos Romanos. Eu já tinha entregue algumas cópias sem revisão para alguns amigos e parentes, para que dessem uma olhada no material. Todos me disseram que a história estava boa e tal (claro que esposa e mãe são suspeitas) mas foi aí que me perguntaram o que eu faria com o livro.

Bom, eu pesquisei na internet sobre o assunto da publicação de livros e, se eu já estava em dúvida sobre como “publicar” a minha história, depois de ler em sites fiquei ainda mais perdido.

Resumindo eu encontrei 4 situações distintas:

  1. o método tradicional de enviar impresso para uma editora e esperar pacientemente que respondessem (coisa de meses) e torcendo para que gostassem;
  2. autopublicar, pagando uma editora para fazer os registros na Biblioteca Nacional (cireito autoral)  e o ISBN (o código de barras) e também imprimindo no mínimo 100 livros, que eu mesmo teria de dar um jeito de divulgar;
  3. tentar uma editora que faça on demand, ou seja, tu pagas a parte de registros, capas, revisão. Ela distribui virtualmente e se vender, ela imprime;
  4. não gastar com quase nada e publicar o conteúdo em um blog.

Bom, a primeira para falar a verdade nem tentei. Li tanto artigo dizendo que só consegue 1 em 1 milhão e tal que achei que meu pequeno livro de um autor estreante não faria nem cócegas em uma editora. Ou faria rir…

A segunda fora de cogitação. Sem condições de gastar 2 ou 3 mil pra ter um monte de livros em casa e sair correndo atrás de livrarias.

A terceira me pareceu interessante. Se eu tivesse um tanto de dinheiro guardado – mais  ou menos 800 reais pelo que vi – até arriscaria.

A quarta me pareceu mais atraente, principalmente depois que li esse artigo aqui. O meu único medo era o conteúdo.  Afinal de contas foram 4 meses escrevendo e reescrevendo. A última coisa que eu quero é ver um engraçadinho copiando e tirando a minha autoria. Mas sobre direitos eu falarei em outro post.

Para resumir a ópera, optei pelo quarto, assim eu colocarei aqui para leitura online através do NeoReader ou pelo Bookess. Agora que venham os visitantes!